sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Professores estaduais realizam ato público nesta sexta-feira

Na sexta-feira 22, o CPERS/Sindicato e o Fórum dos Servidores Públicos denunciarão publicamente os ataques praticados pelo governo Tarso. A manifestação será através de um ato público. A concentração está marcada para às 13 horas, em frente ao CPERS/Sindicato – av. Alberto Bins, 480, Centro, Porto Alegre.

O governo Tarso utiliza-se do final do ano para dar mais um golpe nos servidores públicos. No fechamento do ano, o governador encaminha à Assembleia Legislativa um pacote de projetos, em regime de urgência, com propostas historicamente combatidas pelos servidores, em especial pelo CPERS/Sindicato e pelo Fórum dos Servidores Públicos.


Embutido no projeto de Gestão Democrática (PL 295/2013), o Governador estabelece a meritocracia na educação pública. Além disso, estabelece a privatização da educação com o projeto que trata do ensino profissional técnico (PL 294/2013), que extingue a Suepro e regulamenta as Parcerias Público-Privadas (PPPs). 
O governo preparou ainda um calote sem precedentes na história política do Rio Grande do Sul contra os servidores. Pretende com o PL 365/2013 reduzir ainda mais o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Este projeto representa um golpe no golpe, pois o Governador reduz de 40 para 10 salários mínimos o pagamento das RPVs. 


Para receber 40 salários mínimos, o servidor já abria mão de uma volumosa quantia (precatório). Agora, o governo quer reduzir ainda mais esse valor. A aprovação deste projeto representa o fim das RPVs. O servidor perde o valor do precatório quando opta por 40 salários mínimos e, agora, será impedido de receber sua RPV se não submeter-se aos 10 salários mínimos.

Fonte: O Tomoneiro

Alunos são obrigados a fazer o Cartão Canoas Saúde para poder estudar


Medida tem fins eleitoreiros e deve abastecer Prefeito com dados cadastrais das famílias nas próximas eleições
O Cartão Canoas Saúde foi criado em 2012 como uma ferramenta necessária para os canoenses serem atendidos no sistema de teleagendamento de consultas médicas nos postos de saúde. Além disso, é claro, o cartão serve para coletar dados de cada cidadão, que podem ser importantíssimos no período de campanha eleitoral.

Só que à medida que os meses foram passando, a má fama do teleagendamento não contribuiu para que o número de cadastros aumentasse, como planejado, e agora a Prefeitura tem uma nova estratégia para alcançar seus objetivos de campanha política: obrigar crianças a se cadastrarem no sistema para poderem ser matriculadas na rede pública de ensino.

Na última quarta-feira, 20, nossa equipe de reportagem visitou a UBS Praça do Avião e presenciou dezenas de pais e crianças amontoados em uma pequena sala de espera, aguardando para o cadastro dos alunos. Os pais não entendiam o motivo da Prefeitura exigir o cadastro e quando perguntavam às atendentes, ouviam respostas como: “Porque é ordem da secretaria” ou “Porque é necessário”. Respostas vazias que só aumentavam o descontentamento das famílias que aguardavam ali.

As razões eleitoreiras ficam claras, embora não sejam admitidas e a população fica à mercê dos mandos e desmandos de seu imperador Jairo Jorge. Se não é possível conseguir os cadastros dos eleitores através dos adultos, usar as crianças para chegar aos dados dos pais passou a ser válido. Isso é uma estratégia que mostra que a corrida eleitoral está iniciada e que vale literalmente de tudo para chegar ao eleitor.

O que diz a Prefeitura
Questionado sobre o motivo da obrigatoriedade do cartão para se realizar a matrícula, a Prefeitura respondeu em nota: “A Secretaria Municipal da Saúde de Canoas informa que a solicitação de uso do cartão Canoas Saúde tem o objetivo de qualificar o acesso da população aos serviços oferecidos pelo sistema público, inclusive aos estudantes Importante destacar que, hoje, já são mais de 200 mil canoenses que aderiram ao Canoas Saúde”.
Fonte: O Timoneiro

Professor é o profissional mais mal pago

Entre os graduados, professor é o profissional mais mal pago

 

Os dados da Rais revelam uma situação problemática no campo da educação. De todas as profissões que exigem formação universitária, são os professores os que recebem os menores salários em São Paulo.

Quando consideradas apenas as ocupações com mais de 20 mil registros profissionais, o menor salário de nível superior é o dos professores de ensino fundamental – 53 mil pessoas que exerciam esse ofício em 2012 receberam, em média, R$ 2,2 mil mensais. É menos do que ganham os supervisores de telemarketing (R$ 2,6 mil), agentes penitenciários (R$ 3.3 mil) e ferramenteiros (R$ 3,4 mil).

O cenário é ainda pior quando se analisa quem ensina certas disciplinas específicas. Um professor de matemática aplicada no ensino superior, por exemplo, ganhava em média R$ 1,8 mil no ano passado por mês. Quem dava aulas na educação infantil com um diploma universitário recebia R$ 1,7 mil. E um professor de filosofia no ensino médio ganhava apenas R$ 1,5 mil mensais.

Valorização do professor?

Estudos já mostraram que o salário médio dos professores no País são 40% menores do que os profissionais com a mesma titulação de ensino superior. Com base nos dados da Rais em São Paulo, é possível perceber que um professor de ensino fundamental recebe 71% menos do um engenheiro civil, no topo da lista.

Especialistas em educação apontam que qualquer melhora da educação passa pela rediscussão da carreira do professor. Uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE) é valorizar os profissionais do magistério das redes públicas da Educação Básica, a fim de equiparar o rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente.

`É uma vergonha que o Estado mais rico do País apareça com esse índice salarial`, diz o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em educação (CNTE), Roberto Leão. Ele lembra que já há uma grande dificuldade de atrair gente para virar professor. `É uma profissão que não atrai ninguém e hoje o problema atinge todas as áreas e disciplinas`, diz ele.

Escola de qualidade.

Em 2012, existiam 2,1 milhões de docentes de educação básica. O número de interessados em ser professor está caindo a cada ano, o que torna mais difícil suprir as demandas.

De 2006 a 2011, o número de alunos que entraram em Licenciatura e Pedagogia caiu 7,5%. Em 2011, último ano em que os dados estão disponíveis, foi registrado o menor volume de pessoas que ingressaram nesses cursos desde 2004. Foram 662 mil matriculados em cursos presenciais e na modalidade a distância em todo País.


Apesar de a maioria dos professores estar na rede pública, que centraliza a maior parte das matrículas, a média salarial registrada no Rais também computa as redes particulares. `A classe média brasileira precisa compreender que a escola pública brasileira é dela, devia se somar para cobrar uma escola de qualidade`, completa Leão.

Paulo Saldaña e Rodrigo Burgarelli - O Estado de São Paulo 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A revolução da lei da cotas

Correio do PovoA hipocrisia domina o Brasil.

Tentamos fazer de conta que somos uma democracia racial.
Nunca fomos.
Somos sinuosamente excludentes.
A lei das cotas veio quebrar a hegemonia ardilosa da reprodução da desigualdade social graças ao preconceito e à educação como sistema de hierarquia. Contra essa ruptura no sistema dominante, os defensores da manutenção do modelo excludente invocam um universalismo abstrato da meritocracia. Pura conversa fiada ou senso comum travestido de princípio.
A lei das cotas raciais não é racial.
As cotas ditas sociais são um subterfúgio do reacionarismo para tentar frear essa quebra da hierarquia social baseada na educação como princípio do mérito a partir de oportunidades desiguais de preparação e de competição.
O Brasil vem mudando.
A Casa Grande vai, aos pouco, desabando.
Fonte: Correio do Povo

Servidores da BM debatem proposta do governo hoje

A assembleia irá ocorrer na sede da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), na rua Manoel Vitorino, 220, bairro Partenon, em Porto Alegre, às 14h

Os servidores da Brigada Militar (BM) se reúnem, na tarde desta quinta-feira, para discutir a proposta do governo de reajuste salarial. De acordo com o presidente da Associação Beneficente Antonio Mendes Filho (Abamf), Leonel Lucas, a última proposta apresentada pelo governo melhorou na questão salarial. No entanto, está aquém do que os profissionais gostariam. O Palácio Piratini pretende enviar o conjunto de mudanças salariais nesta semana para a Assembleia Legislativa votar ainda em 2013.

Os pontos mais discutidos foram quanto aos cursos para preencher as vagas de sargento e às regras de transição nas promoções (merecimento/antiguidade). Foi acertado, ainda, que o regime disciplinar só vai ser enviado à Assembleia Legislativa após a conclusão do Grupo de Trabalho entre governo e entidade. Além de prever a criação de 110 cargos de capitão, ela defende a possibilidade de o soldado de nível médio chegar a capitão. Também ficou definida a extensão da política salarial até 2018.

Quanto à proposta salarial, o governo pretende criar, como último posto da carreira dos praças, o de Capitão Administrativo, cujo básico vai ser mesmo de Capitão da carreira de nível superior. Em 2011, o soldado tinha um básico de R$ 1.172,82. Se aceitar a proposta do governo, com as progressões, ele pode chegar a Capitão Administrativo, com um básico, em 2018, de R$ 10.937,17, mais as vantagens temporais.

A assembleia irá ocorrer na sede da Associação dos Sargentos, Subtenentes e Tenentes da Brigada Militar (ASSTBM), na rua Manoel Vitorino, 220, bairro Partenon, em Porto Alegre, às 14h.
Fonte: Rádio Guaíba

Um tapa na cara da Advocacia e dos servidores

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Por Rodrigo Bolzani, advogado (OAB-RS nº 56.653).

Apresentado em regime de urgência, o PL nº 365/2013 enviado pelo Executivo Estadual para votação na Assembleia Legislativa é um tapa na cara da Advocacia e dos milhares de servidores públicos e pensionistas do RS.
Não satisfeito com a mudança que, alguns anos atrás (Lei n.º 13.756/2011), aumentou o prazo de pagamento das RPV de 60 para 180 dias – sem jamais cumprir tal prazo - e limitando o pagamento das requisições em percentual ínfimo sobre a receita líquida (lei esta que se encontra hostilizada pela ADI nº 4668-STF), o governo gaúcho volta a eleger os servidores e credores do RS como inimigos de seus problemas de caixa e gestão.
A nova investida trata de reduzir o valor das RPVs no âmbito estadual de 40 salários mínimos (R$ 27.120,00) para apenas dez salários mínimos (R$ 6.780,00). Conforme previsto no famigerado PL nº 365/2013, todos aqueles que não tiverem sua RPV com expedição determinada até a entrada em vigor da lei, ou terão de abrir mão do excedente a R$ 6.780,00 ou irão ingressar na trágica fila dos precatórios.
O projeto contempla ainda outras perfumarias como um risível aumento do fictício percentual de comprometimento da receita com pagamento de RPVs, bem como insere preferências para o pagamento, o que nenhum efeito prático terá, eis que ao mesmo tempo existe um prazo para pagamento, comum a todos os credores.
É discutível que se possa criar ordem de preferência para pagamento de RPVs, pois não deveriam estar submetidas a qualquer ordem diversa da cronológica. Ultrapassado o prazo não há de se falar em preferência. E sim em inadimplência.
Na mesma linha o projeto cria diversas inconstitucionalidades. O PL nº 365/13 busca também criar norma processual. Em caso análogo, de criação de norma processual por Estados, o STF já repeliu tais intenções, como v.g na ADI nº 2257.
É que o PL nº 365/2013 tenta aplicar este novo limite de dez salários mínimos a todos os processos em trâmite no RS, já julgados ou não, com trânsito em julgado ou não, afastando a sua incidência, a teor do art. 3º, apenas quando “as requisições de pequeno valor cuja ordem judicial de expedição tenha sido proferida antes da entrada em vigor” da lei.
Assim a tentativa de atingir a grande e esmagadora maioria dos processos em trâmite, além de maliciosa, é obviamente de natureza processual, eis que somente a norma processual atinge feitos em andamento.
O mesmo se nota quando o § 1º do art. 3º do PL nº 365/13 prevê que os juízes intimem as partes que formalizarem renúncia ao excedente a 40 salários mínimos antes da determinação de expedição da RPV, mas também antes da vigência da lei, para que se retratem; o que visa evitar uma corrida dos jurisdicionados para apresentação de renúncias antes que o projeto seja aprovado. É clara a tentativa de criação de norma processual.
Existe também inconstitucionalidade quanto ao prazo que os Estados tinham para reduzir o valor limite das RPV em suas competências.
Restou delegado aos Estados da federação a definição, dentro da sua competência, do limite de crédito que iriam considerar como de pequeno valor. Tal autorização consta do § 4º, do art. 100 da CF/88.
Inobstante, os Estados somente podiam editar legislação sobre o tema no prazo de 180 dias a contar da publicação da EC nº 62/2009. Há evidente contrariedade ao disposto no artigo 97, § 12º, I, da ADCT, incluído pela Emenda Constitucional nº 62/2009, que reza expressamente: “§ 12. Se a lei a que se refere o § 4º do art. 100 não estiver publicada em até 180 (cento e oitenta) dias, contados da data de publicação desta Emenda Constitucional, será considerado, para os fins referidos, em relação a Estados, Distrito Federal e Municípios devedores, omissos na regulamentação, o valor de: I - 40 (quarenta) salários mínimos para Estados e para o Distrito Federal”.
Não houve edição nem aprovação de tal legislação no tempo hábil, logo, mantém-se o valor de 40 salários mínimos como teto para expedição de RPV no Estado do RS.
Outro artigo polêmico e inconstitucional é o art. 4º, que cria uma nova modalidade processual de pagamento de valores devidos pelo Estado do RS. O Estado do RS pretende fazer pagamentos das RPV de até dez salários mínimos, diretamente em folha de pagamento, sem necessidade de RPV.
O que em um primeiro momento parece ser uma coisa boa tem como pano de fundo penalizar os advogados que trabalham em ações individuais. Todos.
Para tanto, em caso de demanda coletiva ajuizada por entidade de classe, o Estado do RS pretende fazer o pagamento das pessoas representadas por estes órgãos diretamente em folha, causando a perda de objeto e a extinção das ações individuais, quando se sabe desde há muito que as ações coletivas sequer induzem a litispendência ou conexão.
O jurisdicionado tem todo o direito de contratar o advogado que melhor lhe convier, sem ficar adstrito ao desfecho, moroso ou não, com sucesso ou não, das ações coletivas.
O objetivo precípuo, logo se vê, é massacrar os advogados militantes contra a Fazenda Pública e afrontar o acesso a jurisdição e o princípio da demanda.
Não fosse tudo isso, a redução do teto para fins de enquadramento como RPV é flagrantemente inconstitucional também por não ser nada razoável e sim exageradamente desproporcional.
Como exemplo, podemos tomar o Estado de Rondônia que editou lei estadual reduzindo o valor limite das RPVs para o patamar de 10 salários, legislação questionada no STF pelo Conselho Federal da OAB (ADI nº 4.332).
Já pronta para julgamento essa ação recebeu parecer da PGR pela sua procedência, aduzindo dentre outras coisas que o critério exclusivamente financeiro é descabido e desproporcional. As peças eletrônicas podem ser consultadas em http://redir.stf.jus.br/estfvisualizadorpub/jsp/consultarprocessoeletronico/ConsultarProcessoEletronico.jsf?seqobjetoincidente=3787479
Ora, enquanto Rondônia teve um PIB de 23 bilhões em 2010, o Estado do RS no mesmo ano teve PIB de 252 bilhões (quase 11 vezes maior). O PIB gaúcho cresceu 15,0% no segundo trimestre e 8,9% no primeiro semestre de 2013.
Destarte, se o CF-OAB e a PGR manifestaram-se na ADI nº 4332 pela desproporcionalidade da redução do valor das RPVs em Rondônia, o que se dirá em um Estado pujante como o RS?
Considerando os expressivos recursos que têm entrado e vão ingressar no curto prazo nos cofres do tesouro gaúcho a desproporcionalidade da redução do limite das RPVs é escandalosa.
Recentemente o Governo Federal aportou R$ 3 bilhões no caixa do RS a respeito de uma dívida da União com a CEEE.
O governo do RS está a se utilizar de 4,5 bilhões dos depósitos judiciais para gerir a sua máquina.
O Estado do RS deve colher nesta safra 2,7 milhões de toneladas de trigo, provavelmente a segunda maior safra de sua história.
O Brasil deve tirar do campo, no ano que vem, a maior colheita de soja de sua história e ultrapassar os EUA como o principal produtor mundial. O RS é o terceiro maior produtor nacional.
A Câmara dos Deputados concluiu em 23/10/2013 a votação do projeto de lei que alterou as normas para renegociação das dívidas de Estados e Municípios: as dívidas serão corrigidas pela taxa básica de juros, a Selic ou pelo IPCA mais 4% ao ano, o que for menor.
Atualmente, os Estados e Municípios pagam, ao governo, uma correção de IGP-DI mais 6% ao ano, IGP-DI mais 7,5% ao ano ou IGP-DI mais 9%.
O novo índice será aplicado de forma retroativa.
Em síntese nenhuma justificativa plausível de falta de recursos financeiros poderá ser aceita para aprovação do PL nº 365/2013. O único intuito do projeto é protelar o pagamento das dívidas de RPVs por tempo indeterminado e acarretar prejuízo de verbas alimentares e enriquecimento indevido do Estado do RS.
Explica-se: nas condenações judiciais da malnascida lei Britto (Lei nº 10.395/95) é comum que os créditos dos servidores públicos e pensionistas ultrapassem 40 salários mínimos e os cidadãos, fugindo da impagável fila dos precatórios, renunciam muitas vezes a mais de 50% dos seus créditos para receber na via da RPV, limitada ao teto de R$ 27.120,00 brutos.
Em outras inúmeras questões propostas por servidores e pensionistas, a grande maioria das condenações supera dez 10 salários mínimos, donde o Governo do RS está tentando institucionalizar o calote, ao propor a legalização de uma verdadeira moratória, onde por cinco anos não pagará valores acima de R$ 6.780,00 via RPVs, a menos que as pessoas abram mão de mais da metade ou quase da totalidade de suas verbas alimentares, verdadeiro enriquecimento torpe e indevido de um devedor contumaz que é o Estado do RS.
A alternativa será o ingresso na tragicômica fila dos precatórios, com olhos míopes e ares de imoralidade, eis que o RS neste ano de 2013 pagou precatórios expedidos no ano de 2001, o que perfaz uma fila de 13 anos.
Espera-se que a OAB, os servidores públicos, o judiciário, os advogados e a sociedade combatam com veemência esta tentativa de institucionalizar o calote contra as verbas alimentares de milhares de cidadãos gaúchos.
A culpa não é de quem busca seus Direitos. A culpa é de quem os viola, incessantemente, como disse Rui Barbosa, estas violações acumulam, continuamente, sobre o tesouro público, terríveis responsabilidades.
Fonte: Espaço Vital

Colégios gaúchos não terão férias durante a Copa do Mundo no Brasil


O protocolo foi assinado hoje na Assembleia Legislativa do RS
Foto: Bruna Gassen  / Rádio Gaúcha
Foi assinado na manhã desta quarta-feira (20) o protocolo para o calendário escolar 2014 naAssembleia Legislativa do Estado. O calendário é um acordo entre diversos órgãos municipais e estaduais do Rio Grande do Sul. Pelo acerto, o ano letivo de 2014, nas redes públicas e privadas, terá início entre os dias 17 e 24 de fevereiro. O encerramento tem como data limite o dia 19 de dezembro.

O recesso escolar será entre os dias 19 de julho e 03 de agosto. Assim, o período de férias de inverno não irá coincidir com a Copa do Mundo, que será realizada de 12 de junho a 13 de julho.

Segundo a a Secretaria de Educação do Estado, os colégios terão liberdade para decidir se colocarão televisões nas escolas nos dias de jogos. Entretanto, os colégios não estão autorizados a liberarem os alunos nesses dias.
Fonte: Rádio Gaúcha

Governo incentivará estudantes a cursarem o francês e o espanhol

Da Agência Brasil
Brasília - O Ministério da Educação (MEC) criará programas para incentivar estudantes a dominar um segundo idioma, com o objetivo de se candidatarem a uma bolsa pelo Programa Ciência sem Fronteiras. A ideia é que, além do Programa Inglês sem Fronteiras, já em vigor, os estudantes tenham a possibilidade de aprender o francês e o espanhol.
Os programas devem seguir o padrão adotado no idioma inglês, que começou a ser executado este ano. Podem participar estudantes de graduação e pós-graduação de universidades públicas e particulares que tenham alcançado no mínimo 600 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em edição posterior a 2009. Suas ações incluem a oferta de cursos à distância e presenciais além da aplicação de testes de proficiência.
Até o dia 29 de novembro, o Ciência sem Fronteiras recebe inscrições de interessados em fazer graduação sanduíche, quando o estudante cumpre metade do curso no Brasil e a outra metade no exterior. Nesta nova chamada, o programa oferece cursos em 20 países, entre eles a Austrália, a Nova Zelândia, o Canadá, os Estados Unidos, a China, a Coreia do Sul e o Japão.
O Programa Ciência sem Fronteiras também disponibiliza cursos na Alemanha, na Áustria, na Bélgica, na Espanha, na Finlândia, na França, na Holanda, na Hungria, na Irlanda, na Itália, na Noruega, no Reino Unido e na Suécia.
O programa objetiva promover a interação dos estudantes brasileiros com sistemas educacionais competitivos nas áreas de tecnologia e inovação e já superou a oferta de 59 mil bolsas de estudos. A bolsa concedida aos candidatos selecionados custeará a permanência do aluno pelo período de até 12 meses para estudos em tempo integral.

Senado aprova projeto de lei que promove a minirreforma eleitoral

O texto, que terá validade para eleições de 2014, segue para sanção de Dilma Rousseff

Brasília  - O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (20), o projeto de lei que promoverá a efetivação da minirreforma eleitoral. A proposta têm por objetivo diminuir os custos das campanhas e garantir mais condições de igualdade na disputa eleitoral entre os candidatos. O texto seguirá para sanção da presidente Dilma Rousseff, e terá validade para as eleições do ano que vem.  

"A minirreforma eleitoral vale para 2014, porque não muda regras de eleição, mudamos apenas regras administrativas e procedimentais, que criam procedimentos de fiscalização, de transparência, de gasto. Não há nenhuma mudança que impacte o direito de cada um de disputar eleição", afirmou o autor da proposta, o senado Romero Jucá (PMDB-RR).

Principais mudanças
Uma das mudanças eleitorais foi a inclusão da proibição de uso de bonecos gigantes, comuns em época de eleição. Os deputados mantiveram na minirreforma a proibição de propagandas como cartazes, placas, muros pintados em bens particulares. Mas ficam permitidos adesivos com tamanho máximo de 40 por 50 centímetros.

O texto aprovado proíbe, em vias públicas, propagandas eleitorais em cavaletes e cartazes. Nas vias públicas, será permitido o uso de bandeiras e de mesas para distribuição de material, contanto que não dificultem o trânsito de pessoas e veículos. A proposta também proíbe a substituição de candidatos a menos de 20 dias das eleições e obriga a publicação de atas de convenções partidárias na internet em até 24 horas.

Os senadores decidiram recolocar também no texto o limite de contratação de cabos eleitorais. Agora, a contratação de cabos eleitorais fica limitada a 1% do eleitorado em municípios com até 30 mil eleitores. Acima disso, será possível contratar uma pessoa a cada mil eleitores a mais.

O texto aprovado nesta quarta-feira (20) não altera a proibição de doações a candidatos por parte de concessionárias e permissionárias de serviços públicos. Essa proibição já é prevista na Lei 9.504/1997 e a parte que flexibilizava essa proibição foi retirada do texto final.
Fonte: Diário de Canoas

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Negros ainda são as principais vítimas da violência

São 25 mortes a cada cem mil negros e a relação para não negros é de 18

Marcelo Kervalt

Rio Grande do Sul  - O trabalho era árduo nos sete dias da semana. Períodos de descanso eram raros e a comida, quando vinha, era produzida a partir de restos. Assim era a realidade dos negros no Brasil até 13 de maio de 1888, quando o regime de escravidão foi abolido.

No entanto, passados 125 anos, os reflexos desta época ainda são sentidos. “Os negros perdem oportunidades de trabalho, ganham salários menores e são discriminados apenas por sua cor. Nossa sociedade ainda é muito racista”, afirma a pedagoga Marilene Leal Paré.

A opinião da especialista é reforçada pela pesquisa divulgada ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo diz que a taxa de homicídios de negros no Rio Grande do Sul é de 25 mortes por cem mil negros, a relação para os não negros é de 18.

A entidade diz ainda que, na esfera nacional, a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Outro estudo, porém do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), aponta que a população negra ganha, em média, 36,1% a menos que os demais brasileiros.

São dados como estes que o Dia da Consciência Negra, comemorado hoje, busca combater. A data é marcada pela luta contra o preconceito racial e a favor da reflexão sobre a inserção do negro no convívio social.

Mão de obra e salário inferiores
Embora a liberdade seja garantida por lei à população negra do Brasil há pelo menos 125 anos, boa parte ainda vive em uma espécie de escravidão. A baixa inclusão da população negra na sociedade e os problemas de discriminação enfrentados por eles são resultado deste atraso histórico.

“O Brasil foi um dos últimos países a abolir a escravidão. E isso se reflete nos dias de hoje, pois, em algumas regiões, como no Nordeste, a relação de poder estabelecida por brancos com os negros ainda é muito forte”, destaca Marilene.

O relatório do Dieese mostra que a inferiorização da mão de obra negra independe da região onde mora ou de sua escolaridade. Segundo o estudo, a diferença salarial e de oportunidades de trabalho são ainda maiores nos cargos de chefia. Segundo a Diretoria de Estudos e Políticas do Estado das Instituições e da Democracia (Diest), o negro é discriminado duas vezes: pela condição social e pela cor da pele.
Fonte: Diário de Canoas

Governo Tarso: mais um golpe de final de ano


Como tantos outros governos fizeram, o governo Tarso utiliza-se do final do ano para dar mais um golpe nos servidores públicos. O governador, ao apagar das luzes do ano, encaminha à Assembleia Legislativa um pacote de projetos, em regime de urgência, com propostas historicamente combatidas pelos servidores, em especial pelo CPERS/Sindicato e pelo Fórum dos Servidores Públicos.

Embutido no projeto de Gestão Democrática (PL 295/2013), o governador estabelece a meritocracia na educação pública. Além disso, estabelece a privatização da educação com o projeto que trata do ensino profissional técnico (PL 294/2013), que extingue a SUEPRO e regulamenta as Parcerias Público-Privadas (PPPs).

Não contente, o governo Tarso propõe um calote sem precedentes na história política do Rio Grande do Sul contra os servidores. O governo encaminhou projeto ao Legislativo (PL 365/2013) que reduz ainda mais o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPVs). Este projeto significa para os servidores um golpe no golpe, pois o governador reduz de 40 para 10 salários mínimos o pagamento das RPVs.

É bom lembrar que para receber 40 salários mínimos, o credor do Estado já abria mão de uma volumosa quantia (precatório). Agora, o governo Tarso quer reduzir ainda mais esse valor. A aprovação deste projeto representa o fim das RPVs, ou seja, o servidor perde o valor do precatório quando opta por 40 salários mínimos e, agora, será impedido de receber sua RPV senão submeter-se aos 10 salários mínimos.

A resposta aos ataques do governo será unitária. Quarta-feira, dia 20, às 17 horas, no CPERS/Sindicato, o Fórum dos Servidores Públicos reúne-se para organizar a reação para forçar o governo a retirar os projetos da Assembleia Legislativa.

E na sexta-feira, dia 22, para denunciar publicamente que o governo Tarso mais uma vez não cumpre seus compromissos, o CPERS/sindicato realizará um grande ato público em Porto Alegre. A concentração está marcada para as 13 horas, em frente à sede do sindicato – Av. Alberto Bins, 480.

(João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

ALMOÇO DE CONFRATERNIZAÇÃO DAS APOSENTADAS DO 20º NÚCLEO


Em 1889, foi oficializada a bandeira do Brasil


Criada por Raimundo Teixeira Mendes, a atual bandeira brasileira foi oficializada em 19 de novembro de 1889 - quatro dias após aproclamação da República. É por isso que é esse o Dia da Bandeira.

Antes, a bandeira brasileira era semelhante à dos Estados Unidos da América, apresentando listras verdes e amarelas em lugar das vermelhas e brancas que simbolizam o país norte-americano. 

A bandeira foi modificada para a forma atual porque os governantes brasileiros não queriam ter sua imagem ligada à do governo americano.

Composta por três formas geométricas (um retângulo, um losango e um círculo), a bandeira brasileira tem em seu centro 27 estrelas que representam o Distrito Federal e os Estados que compõem o país.

Dentro do círculo, uma faixa traz o lema "Ordem e Progresso" -uma frase inspirada nas idéias positivistas do filósofo francês Augusto Comte. Em resumo, a teoria positivista de Comte prega a experiência como base do conhecimento.

Cores imperiais

A bandeira atual, a do Brasil republicano, é inspirada na bandeira do Brasil Império, que já trazia o verde e o amarelo. 

Jaime de Almeida, professor de História da UnB (Universidade de Brasília), diz que "a imperatriz D. Leopoldina, filha do Imperador da Áustria, participou da escolha da bandeira e incluiu o amarelo, da dinastia austríaca dos Habsburgo, e o verde, dos Bragança".

Com o tempo, os poetas românticos associaram às cores as riquezas nacionais: as florestas e o ouro. 

"A associação foi mantida pelos positivistas", afirma o professor. O grupo, que teve participação no movimento de proclamação da república, queria apagar os símbolos do império. "Como foram mantidas as cores da bandeira imperial, passaram a justificá-las com as metáforas românticas", diz Almeida.

Fonte: http://educacao.uol.com.br

Ônibus velhos e motos são usados para transporte escolar, aponta TCU

O transporte escolar ainda é feito de forma improvisada em muitas cidades brasileiras. Isso é o que mostra um relatório do TCU (Tribunal de Contas da União) publicado em junho deste ano, que reúne informações sobre 26 cidades em dez Estados do país.
Segundo o levantamento, 54% dos municípios tinham veículos em mau estado de conservação, com pneus carecas e limpadores de para-brisa quebrados, por exemplo. Além disso, 31% da amostra era formada por ônibus velhos, que em alguns casos tinham mais de 20 anos de uso.
"O transporte escolar no Brasil foi realmente deixado de lado pelos governantes. Há uma precariedade muito grande nesse serviço: os ônibus são velhos e a maioria não tem os equipamentos de segurança", afirma Willer Luciano Carvalho, professor da Escola de Engenharia Civil da UFG (Universidade Federal de Goiás) e doutor em transportes.
É o caso do município de Queimadas (BA), onde haviam 28 motos destinadas ao transporte escolar. Segundo o relatório do TCU, em 2011 uma estudante de 11 anos ficou ferida ao cair de uma dessas motos no município. No mesmo ano, uma adolescente de 14 anos morreu em outro acidente no caminho entre a casa e a escola.
Também na Bahia, os auditores encontraram estudantes sendo transportados junto com bebidas e outros materiais na cidade de Quijingue. No local, o relatório aponta a prestação de um serviço "deficiente, inadequado, de alto risco para seus beneficiários e envolto por sérios indícios de corrupção".
A reportagem entrou em contato durante três dias na última semana com a Prefeitura de Quijinque, mas não conseguiu falar com os responsáveis pelo serviço na cidade. O UOL também procurou a Prefeitura de Queimadas e não teve êxito no contato.

Falta de segurança

Em 85% dos municípios visitados pelo TCU os veículos destinados ao transporte escolar não tinham os equipamentos de segurança necessários. Outro dado mostra que em 42% da amostra os veículos não tinham autorização do órgão de trânsito para circular.
"Os números apresentados revelam que, apesar de o serviço de transporte escolar ser fornecido pelas municipalidades, a qualidade deixa a desejar, comprometendo em alguns casos a segurança e a própria integridade física dos estudantes, em face dos graves problemas identificados nos veículos utilizados", disse o ministro relator do processo, José Jorge, em seu voto.
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Veja como é feito o transporte escolar pelo Brasil 10 fotos

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Alunos são transportados em pau de arara. O registro foi feito durante a pesquisa "Transporte Escolar Rural" (FNDE/UnB). Em 85% dos municípios visitados pelo TCU os veículos destinados ao transporte escolar não tinham os equipamentos de segurança necessários. Em Pernambuco, estudantes também usam pau de arara para ir à escola. Clique no "Mais" e leia a reportagem Leia mais Divulgação/Pesquisa transporte escolar rural - FNDE/UnB
Para o professor da UFG, que pesquisa transporte escolar em parceria com o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) desde 2005, muitos municípios não têm regulamentação e não planejam o transporte escolar. "Nas pesquisas, identificamos crianças que ficam até 8 horas dentro do ônibus. Elas ficam mais tempo no veículo do que na escola, chegam cansadas e não têm tempo para fazer atividades extraclasse", afirma Carvalho.

Responsabilidade

Os municípios foram selecionados pelo TCU com base em critérios como: quantidade de denúncias recebidas e/ou histórico de existência de irregularidades no município. O objetivo era fiscalização da aplicação de recursos destinados aos programas Caminho da Escola e Pnate (Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar), ambos geridos pelo FNDE.
Segundo o TCU, os principais problemas encontrados após a vistoria são decorrentes de falhas na fiscalização do repasse e das prestações de contas, bem como na gestão do transporte escolar por parte do município.
Em nota, o FNDE diz que adotou um sistema online para dificultar fraudes no processo de comprovação dos valores das prestações de conta e que, quando necessário, adota uma medida de recuperação do crédito repassado.
Os municípios que apresentaram irregularidades foram notificados pelo TCU, que abriu processos para apurar as responsabilidades. Ao FNDE, o tribunal recomendou a adoção de medidas para melhorar a fiscalização nos locais indicados.
 Fonte:http://educacao.uol.com.br

10 COMPETÊNCIAS DO PROFESSOR MODERNO



Conforme publicado no link  http://www.examtime.com.br/competencias-do-professor/ a "Exam Time" afirma que a "educação é um campo em constante evolução, o que exige que os professores sejam atualizados e acompanhando o desenvolvimentos, e que as habilidades tradicionais necessárias para ser um bom professor estão se atualizando  precisando adicionar algumas outras características que ganharam força nos últimos anos e são essenciais."

Pensando nisso ExamTime buscou as novas competências do professor que podem fazer diferença em sala de aula. 


A seguir, estão as 10 competências do professor moderno, estabelecidas por eles:



As 10 Competências do Professor Moderno


Estas primeiras 6 Competências do Professor (em vermelho na imagem) não são novos, mas a sua importância são significativamente maiores para o professor moderno.



1. Comprometido: É essencial que os professores estejam comprometidos com seu trabalho e com a educação dos jovens. A responsabilidade que está nas mãos de um professor é enorme, por isso deve estar ciente disto e amar sua profissão.

2. Preparado: A formação acadêmica é outra das competências tradicionais que são exigidas de um professor. Esta exigência está aumentando em uma sociedade cada vez mais preparada e competente. Quanto melhor preparado estiver o professor, o melhor.

3. Organizado: Uma boa organização do curso e planejamento prévio são fatores-chave para o sucesso. É muito importante que o professor organize plano de estudos para ensinar adequadamente e elabora-lo para ter tempo de abordar todos os temas plenamente.

4. Tolerante: Em uma sociedade cada vez mais diversificada e multicultural, é necessário que o professor não tenha preconceitos e trate igualmente a todos os alunos sem mostrar favoritismo.

5. Aberto para perguntas: A discussão e colaboração em sala de aula são essenciais para incentivar os alunos e implementar novas técnicas de ensino. O professor deve estar aberto a responder às perguntas dos alunos e deve se mostrar colaborativo.

6. Narrador: Uma das melhores maneiras de ensinar e transmitir ideias é através de histórias. Os melhores professores usam este método em suas aulas durante séculos. Devido à sua eficácia , esta técnica é utilizada hoje, não só pelos professores, mas também por muitos outros profissionais, como especialistas em marketing em suas campanhas.


Novas Competências


É necessário acrescentar outras competências do professor associadas às novas tecnologias(em azul na imagem) . Com elas os professores passam a ter competências do professor moderno.


7. Inovador: O professor moderno deve estar disposto a inovar e experimentar coisas novas , tanto técnicas de ensino e aplicativos educacionais, ferramentas de TIC e dispositivos eletrônicos. O professor moderno deve ser o primeiro a buscar isso e trazer para a sala de aula.

8. Entusiasta de Novas Tecnologias: O professor moderno deve não só ser inovador, mas também um amante de novas tecnologias. Sejam iPads, projetores ou lousas, os alunos devem antecipar e estar em constante busca de novas TICs para implementar em suas salas de aula.

9. Sociais: Uma das competências tradicionais da professora é estar aberto a perguntas. O ensino tradicional deve enfatizar esta competência e levar a conversa para as redes sociais para explorar as possibilidades do lado de fora da própria classe.


10. Geek: No melhor sentido da palavra. Internet é a maior fonte de conhecimento que o homem já construiu, então um professor moderno deve ser uma pessoa curiosa. Alguém que está sempre pesquisando e procurando dados e novas informações que possa usar para desafiar seus alunos.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

ASSISTÊNCIA JURÍDICA NA SEDE DO 20º NÚCLEO


O CPERS/Sindicato realiza ato público estadual no próximo dia 22, em Porto Alegre. A concentração está marcada para as 13h, em frente à sede central da entidade - Av. Alberto Bins, 480, Centro. O sindicato luta por: lei do auxílio alimentação já; inclusão dos funcionários de escola e aposentados nas promoções; inclusão dos funcionários de escola no plano de carreira; e concurso público para funcionários de escola.


Ensino da Sociologia para Professores do Ensino Médio - 12/2013 - 03/2016

Curso de Especialização em O Ensino da Sociologia para Professores do Ensino Médio: contribuindo para a formação continuada dos professores de Sociologia do Ensino Médio do Rio Grande do Sul - Modalidade a Distância

Coordenador:
Prof. Dr. Daniel Gustavo Mocelin
Unidade de Ensino:
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - IFCH
Endereço do Curso:
Av. Bento Gonçalves, 9500 - Campus do Vale
Porto Alegre - RS – Brasil
Telefone: (51) 3308-6956
E-mail: laviecs@ufrgs.br
Site: http://www.ufrgs.br/laviecs/site/curso/
Modalidade: Curso a Distância (25% presencial + 75% a distância)
Carga Horária: 375 horas
Período do Curso: dezembro de 2013 a março de 2016
Vagas: 300 vagas
Polos e Vagas:
Porto Alegre/60
São Francisco de Paula/60
São Lourenço do Sul/60
São Sepé/60
Três de Maio/60
Período de Inscrições: De 22 de outubro a 16 de novembro de 2013. Mediante preenchimento e envio do formulário eletrônico e documento em formato digital, no endereço:http://www.ufrgs.br/laviecs/site/curso/selecao.php
Edital para Alunos
Retificação Edital Seleção Alunos
Resultado: Será divulgado no dia 22/11/2013, após ás 18h, no sitehttp://www.ufrgs.br/laviecs/site/curso/
Público Alvo: Destina-se a professores de sociologia (prioritariamente) das redes públicas de ensino (federal, estadual e municipal), e áreas afins (filosofia, história, geografia, pedagogia, literatura, artes).
Sobre o Curso: O curso tem como objetivo a qualificação dos professores sociologia das redes públicas de ensino (federal, estadual e municipal) para a análise das questões sociais e culturais contemporâneas. Dentre as áreas de ênfase do Curso destaca-se:
1. Desenvolvimento e/ou consolidação de novas metodologias articuladas aos componentes curriculares e temas transversais no ensino fundamental e médio com enfoque na sociologia;
2. Ensino médio: ciência, cultura e trabalho;
3. Relações étnico-raciais e diversidade no ambiente escolar;
4. Educação e direitos humanos.

Pesos Diferentes?

Por Siden
Os aposentados não foram contemplados nas promoções anunciadas pelo executivo estadual.

O CPERS/Sindicato cobra que inativos também sejam promovidos.

Leio uma matéria que um parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE) em abril apontou que só pode ser beneficiado o servidor que estiver no exercício do cargo no momento da promoção e que contemplar os aposentados seria uma medida inconstitucional...

O jurídico do Sindicato deverá se encarregar desse ponto.

Além disso, o auxílio alimentação, entre outras, também é pauta do protesto que a entidade sindical está convocando para o próximo dia 22, em Porto Alegre.

Mas, se a Procuradoria Geral do Estado diz que é inconstitucional, quem sou eu para discutir. Cabe ao jurídico da Entidade.

Entretanto, uma questão não quer calar: O Piso Nacional não é constitucional?

O STF já disse que é.

Então, porque o executivo não paga?

Pesos Diferentes?

Ou será que, quando é para prejudicar os Trabalhadores em Educação, a Constituição  pode ser desrespeitada?

E a hora atividade?

Governo Tarso, mais de 1050 dias desobedecendo a Constituição com relação ao pagamento do Piso Nacional aos professores(as) estaduais. Qual o parecer da PGE sobre esse fato?

Pesos Diferentes?...

O Piso é constitucional!

Todos no ATO PÚBLICO, dia 22 de Novembro em Porto Alegre, às 13 horas, no CPERS/Sindicato.

Vamos mostrar a esse governo o que lhe está reservado para 2014, se continuar desrespeitando a Constituição no que diz respeito aos direitos dos Educadores.

Exigimos ainda: auxílio alimentação, abono das faltas das Greves, respeito ao Plano de Carreira (sem completivos ilegais), promoções para Funcionários e Aposentados, concurso público para Funcionários...

E você Aposentado(a), também, está convocado!

À LUTA!

Siden Francesch do Amaral é Professor e Diretor Geral do 14º Núcleo.
http://nucleo14cpers.blogspot.com.br/