segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Encontro de saúde discute assédio moral e condições físicas das escolas

Está em andamento, na sede central do CPERS/Sindicato, em Porto Alegre, o Encontro Estadual do Coletivo de Saúde. O encontro começou com uma palestra sobre o assédio moral, que enfatizou dados publicados em cartilha produzida pelo sindicato.

O encontro, ainda no período da manhã, segue com a apresentação dos laudos acerca das condições físicas das escolas da rede estadual.


Na programação do período da tarde estão: a realização de oficinas de formação e capacitação para os membros das comissões; apresentação de trabalhos realizados nestas oficinas; e a plenária de encerramento. 


Fonte: Site CPERS

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

INFORME IMPORTANTE


Pais não devem escolher escola só com base no Enem, diz pesquisador

Para José Francisco Soares, família é mais importante que colégio para desempenho de aluno
Professor da UFMG critica 'políticas detestáveis' de escolas que buscam atrair apenas bons alunos
ÉRICA FRAGADE SÃO PAULO
A posição de uma escola no ranking do Enem não deve ser o principal fator considerado pelos pais ao decidir onde matricular os filhos.
A opinião é de José Francisco Soares, professor de educação da Universidade Federal de Minas Gerais.
Para ele, há muitas escolas que tentam se apropriar da importância preponderante da família para o desempenho dos alunos.
De acordo com Soares, "os fatores que estão fora da escola respondem por mais de 70% do desempenho" dos estudantes.
Folha - O Enem deve ser usado para comparar escolas?
José Francisco Soares - Eu acho que os resultados da Prova Brasil, do Enem são importantes porque mostram que há alunos que aprenderam e outros que não aprenderam. Esse retrato é muito importante. Entretanto, o que não é correto é você atribuir apenas à escola o bom desempenho do aluno. Não é correto a escola não reconhecer a importância da família.

Suas pesquisas mostram que as características pessoais e da família respondem por fatia grande do desempenho dos alunos, certo?
Exato. O que a criança leva de casa é muito mais determinante do que o que a escola consegue acrescentar. Quem não tem uma boa escola pode não avançar. Mas as escolas não podem riscar a contribuição das famílias. Os números e os resultados variam, mas se você pega o aluno sem fazer nenhuma consideração, os fatores que estão fora da escola respondem por mais de 70% de seu desempenho.

Se uma criança de família com alta escolaridade for para uma escola ruim, terá o mesmo resultado do que se tivesse ido para uma escola boa?
Não, porque também importa com quem essa criança vai conviver. Se ela fosse para uma escola pública de baixa qualidade, não perderia seu capital cultural, mas, como iria conviver com pessoas que levam menos, seus resultados seriam puxados para baixo. Ou seja, a contribuição do grupo de alunos para o desempenho de um deles também é relevante.
Parte do sucesso das escolas que ficam muito bem nos rankings não é o sucesso pedagógico. É o sucesso na atração do aluno com grande potencial de aprendizagem.

E qual fator pesa mais?
Essas escolas são melhores no marketing do que pedagogicamente. Isso não quer dizer que não sejam boas pedagogicamente. Elas têm tudo muito bem estruturado, coordenador pedagógico que sabe o que está falando, professores muito qualificados. Isso tudo é correto, mas não elimina a enorme vantagem que ela tem por ser bem-sucedida na seleção dos alunos.
A crítica ao ranking é que ele elimina algo que está na escola, mas veio da família e de que a escola se apropriou indevidamente.


O que a família deve buscar dentro de suas possibilidades? Como deve escolher a escola dos filhos?
A primeira coisa é que ela perceba que tem muitas opções. A posição das escolas nos rankings é importante, mas não é o elemento que deve predominar. Em primeiro lugar, porque a diferença de desempenho entre as boas escolas é muito pequena.
Além disso, a condição em que algumas dessas escolas se encontram é fruto de políticas detestáveis, que não são educacionais. A política de você atrair só o bom aluno é detestável socialmente.
A outra coisa que precisa ser considerada é que, obviamente, há muitos alunos acima assim como muitos alunos abaixo da média da escola. Acho que é importante que a família procure saber que notas tiraram os alunos da escola que têm os piores resultados.
Com essa informação, você consegue se perguntar: e se meu filho for pior nessa escola?


As escolas que vão bem nos rankings colocam um foco muito grande no desempenho dos alunos?
Sim, essas escolas só veem o desempenho do aluno. Seria importante que olhassem outras competências. E os pais precisam saber o que querem para a educação dos filhos. Se a família quer que o filho tenha um sentimento de empreendedorismo, uma escola com foco muito grande em desempenho pode ser ruim para essa dimensão.
    Fonte: Folha de S. Paulo

INFORME SOBRE AS ATIVIDADES


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Retirado da ordem do dia o projeto de inclusão de pais no IPE Saúde

A direção do CPERS/Sindicato e membros da categoria acompanham, na manhã desta quinta-feira 12, a sessão da Assembleia Legislativa que vota projetos de interesse da categoria. O projeto que inclui pais no IPE Saúde foi retirado da ordem do dia. A proposta, que tramitava sem regime de urgência, não será mais apreciada este ano.
Fonte: Site CPERS

Assembleia aprova o fim do imposto de fronteira

Após horas de debate, PL teve aceitação unânime dos deputados

Patrícia Comunello
MARCOS EIFLER/AGÊNCIA ALRS/JC
Sob pressão de varejistas, diferencial de alíquota para MPEs optantes do Simples foi rejeitado por 3
Sob pressão de varejistas, diferencial de alíquota para MPEs optantes do Simples foi rejeitado por 3
A Assembleia Legislativa aprovou na noite de ontem por unanimidade o fim da cobrança do Diferencial de Alíquota (Difa) para micro e pequenas empresas (MPEs) optantes do Simples Nacional. A arrecadação com a alíquota de 5% sobre produtos comprados fora do Rio Grande do Sul gera por ano cerca de R$ 200 milhões, segundo a Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). O Projeto de Lei 376/2013 alterou a legislação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) impedindo a aplicação do Difa, com vigência provavelmente em 2014, caso seja sancionado. 

A decisão, que aguardará ainda a sanção, só poderá ser questionada na Justiça por meio de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin). Fontes da própria Sefaz admitem que a proposta altera a lei. Lojistas de diversas regiões do Estado mantiveram vigília de dez horas para assegurar que os parlamentares não adiariam a votação. Não deram trégua nas galerias do Legislativo. “Foi um presente de Natal da Assembleia aos pequenos lojistas. O Parlamento devolveu esperança e Justiça a 77 mil empresas”, comemorou o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL-POA), Gustavo Schifino. 

Durante o dia, o deputado Frederico Antunes (PP), autor da proposta, convocou abertamente os lojistas a permanecerem nas galerias. “Tem de sustentar o pessoal aqui até o fim do dia, até limpar a pauta.” A votação teve 37 votos unânimes em favor do fim do Difa. O PL insere um dispositivo que impede o retorno do diferencial. Em setembro, a Assembleia tentou derrubar os 5% por meio de um decreto legislativo, que não foi reconhecido como legal pela Fazenda, que continuou a exigir o recolhimento do imposto. A atitude gerou confusão. Segundo a Federasul, 40% das MPEs pagaram o tributo, e o restante depositou em juízo ou deixou de pagar.

A longa espera até a decisão ocorreu devido à fila de projetos para apreciação do Legislativo antes do recesso, que começa na semana que vem. O PL, com origem na Mesa Diretora, que acelerou em fim de novembro a inclusão na pauta da proposta baseada em proposição de Antunes (PP), acabou sendo beneficiado por alteração na ordem de apreciação da sessão. O deputado da base governista Raul Pont (PT) reforçou que o Legislativo não pode retirar receita do Executivo. “É equivocado, é ilegal. Empresas que não querem pagar que saiam do Simples, onde elas já têm tratamento diferenciado”, reagiu Pont. 

A CDL-POA, a Federasul, a Fecomércio-RS e a Associação Gaúcha para o Desenvolvimento do Varejo (AGV) se uniram no Movimento Chega de Mordida!, lançado na metade do ano e que conseguiu derrotar o governo estadual, que se mantém contra a extinção da alíquota. Por seis meses, o movimento manteve queda de braço com o governo estadual, principalmente com interlocutores da Fazenda. Em dezembro, o governo acionou duas medidas para tentar desmobilizar as entidades. Na sexta-feira passada, eliminou juros e multas para MPEs no programa de renegociação de dívidas - o Em Dia 2013. Na segunda-feira, reuniu entidades no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e propôs a criação de uma lista de exceção, que isentaria do Difa as mercadorias sem oferta local. 

A tese do governo e da Federação das Indústrias (Fiergs) é que o fim da alíquota provocará o fechamento de empresas devido a perdas de vendas, além de ingresso maior de importados do leste asiático, como da China. A lista não emplacou e colheu discordância de lojistas e até da indústria. “Seria muito burocrático de aplicar na prática”, justificou a vice-presidente da Federasul, Simone Leite, que apontou a abertura das entidades em ouvir e buscar uma solução. A Fiergs prefere a redução do ICMS para produtos locais, receita adotada no Paraná. Mas o secretário adjunto da Sefaz, André Paiva, avisou que o governo paranaense elevou outros tributos. 

De Passo Fundo, lojistas vieram em peso. A presidente do Sincomércio, Sueli Morandini Marini, disse que o setor não tem como concorrer com redes maiores pagando os 5%. “Vendo confecções, e a indústria gaúcha não tem variedade, é mais roupa para frio”, exemplificou Sueli. A dirigente da região do Planalto lembrou que os pequenos lojistas estão sofrendo também com a concorrência das vendas pela internet. Simone Leite avaliou que os deputados estão bem informados sobre o impacto e considera que o ingresso com Adin pode não ocorrer. “O ano que vem tem eleição, acho difícil”, projetou a dirigente da Federasul. Ela apontou ainda o novo foco da mobilização do setor: a revisão dos patamares de preços de referência para a substituição tributária. Segundo Simone, os preços médios de venda usados para aplicar o sistema implantado estariam acima da realidade de operação dos negócios. 

Fonte: JC

Metroviários começam paralisação à meia-noite desta quinta-feira

Trens vão operar em períodos de pico durante a greve

São Leopoldo  - Após reunião na Procuradoria Regional do Trabalho da 4.ª Região, na tarde de ontem, entre a Trensurb e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Metroviários e Conexas do Estado do Rio Grande do Sul (Sindimetrô-RS) ficou definido que, durante a greve dos metroviários, que começa na meia-noite de hoje para amanhã, por tempo indeterminado, os trens irão operar normalmente das 5h30 às 8h30 e das 17h30 às 20h30, durante a semana, das 5h30 às 13 horas nos sábados e que não irão operar nos domingos e feriados. A decisão sobre o início da greve se deu em assembleia geral do Sindimetrô-RS na última segunda-feira, dia 9.

Plano de saúde
A Trensurb, em nota à imprensa divulgada ontem, diz que está à disposição do sindicato para continuar tratando das questões envolvendo o reajuste do plano de saúde dos empregados e adequar o plano à realidade dos empregados. A empresa comprometeu-se a apresentar novos estudos contemplando a possibilidade de desconto de valores conforme a faixa salarial. O que conforme o secretário geral do Sindimetrô-RS, Clóvis Pinheiro foi rejeitado na assembleia de segunda e deu início a greve. Segundo ele, a classe quer que a empresa absorva parte do reajuste de 45% nos planos de saúde, não honerando tanto os funcionários, quer que aumente o efetivo, aumente a segurança e é contra as terceirizações.

Empresas vão colocar ônibus extras nas linhas
Conforme o encarregado operacional da Central, Adroaldo Martins Dermann, além dos 138 ônibus que fazem a linha Novo Hamburgo-Porto Alegre serão colocados mais 20 veículos em circulação a partir de amanhã até o término da greve. “Das 5 horas às 8 horas e das 16 horas às 19 horas haverão saídas de 10 em 10 minutos do bairro Canudos, em Novo Hamburgo, e do paradão, em Porto Alegre. Só não sabemos quanto tempo irá demorar a viagem devido ao trânsito da BR-116 que deve ser intensificado”, explica. O gerente operacional da Real Rodovias, Delmir Conci, afirma que a empresa irá definir hoje como será o funcionamento das linhas, mas que deve haver incremento entre Sapucaia-Porto Alegre.

Fonte: Diário de Canoas

Direção do CPERS retorna à Assembleia Legislativa nesta quinta

A direção do CPERS/Sindicato e integrantes da categoria voltam a acompanhar na manhã desta quinta-feira 12, a partir das 10 horas, na Assembleia Legislativa, a votação de outros projetos que interessam aos educadores.

Entre os projetos que ainda não foram votados está o que garante a inclusão de pais no IPE Saúde.Previsto para ser votado na quarta-feira 11, o projeto teve sua apreciação adiada.

O CPERS/Sindicato e os demais sindicatos que integram o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais também se manifestarão contra o projeto que autoriza o governo a criar cerca de 300 cargos em comissão.

Fonte: Site CPERS

Pressionado, governo retira projetos

CPERS/Sindicato garante inclusão de funcionários no plano de carreira e abono na participação em greves e paralisações

As vitórias obtidas na Assembleia Legislativa neste final de ano são frutos da persistência da direção do sindicato e da capacidade de mobilização da categoria e do conjunto de servidores organizados no Fórum dos Servidores Públicos Estaduais (FSPE).


Pressionado e com a base enfraquecida, o governo Tarso se viu obrigado a ceder e retirar projetos rejeitados pelos servidores, entre eles o que reduzia o pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs) de 40 para dez salários mínimos. Essa derrota se deu graças à unidade de diversas categorias organizadas no FSPE.

Com forte oposição do CPERS/Sindicato, o governo também não teve forças para aprovar o projeto que alterava a Lei de Gestão Democrática. Ante a iminente derrota em plenário, o governo retirou o projeto. 

A proposta do governo feria a autonomia das escolas na eleição de suas direções e instalava a meritocracia nas escolas da rede estadual. Meritocracia, que antes de o governo assumir, era “combatida”, ao menos na teoria, pelo atual secretário da Educação.

Outro projeto que o governo teve que retirar era o que extinguia a Superintendência da Educação Profissional (SUEPRO). O projeto abria portas à privatização de escolas públicas, pois possibilitava que empresas privadas, organizadas nas conhecidas Parcerias Público-Privadas (PPPs), assumissem escolas.

Tanto a implantação da meritocracia quanto a instalação de PPPs na rede estadual foram combatidas e barradas pelo sindicato no governo Yeda. Agora, requentadas pelo governo Tarso, elas foram novamente apresentadas. Entretanto, a mobilização impediu, outra vez, que fossem aprovadas.

Por outro lado, o CPERS/Sindicato garantiu a aprovação de dois projetos importantes para a categoria: o que inclui funcionários - até então excluídos - no plano de carreira; e o que abona dias de greves e paralisações. 

O projeto dos funcionários de escola corrige uma distorção criada em 2001, quando, fruto de intensa mobilização da categoria, o plano de carreira foi criado. Já o projeto que abona a participação em atividades sindicais regulariza a vida funcional de muitos educadores.


Fonte: Site CPERS

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Unidade garante aprovação de projetos para funcionários de escola e retirada de projetos que atacavam a categoria



Após 12 anos de muitas lutas, o CPERS/Sindicato garantiu a inclusão dos funcionários de escola no plano de carreira. Eram profissionais que, em 2001, ano em que o plano foi criado, haviam sido excluídos. A inclusão é fruto das mobilizações realizadas ao longo deste período e, principalmente, da greve realizada pela categoria entre os dias 23 de agosto e 13 de setembro deste ano.

A inclusão corrige uma injustiça histórica contra profissionais, que, juntamente com professores e especialistas, garantem uma educação pública para atender os filhos dos trabalhadores. 

São trabalhadores que enfrentam uma rotina diária pesada, com uma sobrecarga de trabalho cada vez mais acentuada e que, em sua maioria, atuam em instituições de ensino com condições precárias em se tratando de infraestrutura.




Governo recua - A vitória do sindicato e da categoria se completou com a retirada, pelo governo, de dois projetos que atacavam a educação e os educadores. 

O PL 295 feria a democracia nas escolas, interferindo no processo de eleição das direções de escola e, no caso de aprovado, introduziria a meritocracia na gestão das escolas. 

Já o PL 294, se aprovado, extinguiria a Suepro – Superintendência da Educação Profissional. A extinção abria as portas das escolas públicas para a privatização com o ingresso das Parcerias Público-Privadas (PPPs). 

As vitórias obtidas na manhã desta quarta-feira 11, na Assembleia Legislativa, demonstram que a luta sempre vale a pena. Foram vários anos em que o CPERS/Sindicato, sempre apoiado pela categoria, insistiu na necessidade de se incluir os funcionários no plano de carreira e de se preservar a Lei de Gestão Democrática.

Professores, funcionários de escola e especialistas, somos todos educadores. Viva a luta dos educadores!


Fonte: Site CPERS

Pressão da categoria garante retirada de PLs que atacavam a educação e os educadores


Sob pressão do CPERS/Sindicato e de trabalhadores ligados ao Fórum dos Servidores Públicos Estaduais e diante de uma iminente derrota na Assembleia Legislativa, o governo do estado retirou na manhã desta quarta-feira 11 os Projetos de Lei 294 e 295/2013.

O PL 294 tratava da educação profissional técnica de nível médio, extinguindo a Suepro. A extinção da Suepro implicava no ingressodas Parcerias Público-Privadas (PPPs) nas escolas públicas da rede estadual . 

Já o PL 295 alterava a lei de Gestão Democrática. O projeto atacava a democracia nas escolas, interferindo no processo de eleição das direções de escola e introduzindo a meritocracia na gestão das escolas.

Fonte: Site CPERS

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pressione os deputados através de correios eletrônicos

O CPERS/Sindicato orienta a categoria a pressionar os deputados estaduais para que aprovem os projetos que beneficiam a categoria e que rejeitem aqueles projetos que atacam os direitos dos trabalhadores.

Veja abaixo, a lista com e-mails dos parlamentares:
catarina@al.rs.gov.br - heitor.schuch@al.rs.gov.br -
miki.breier@al.rs.gov.br - decio.franzen@al.rs.gov.br
dr.basegio@al.rs.gov.br - gerson.burmann@al.rs.gov.br
gilmar.sossella@al.rs.gov.br - juliana.brizola@al.rs.gov.br
marlon.santos@al.rs.gov.br - vinicius.ribeiro@al.rs.gov.br
raul.carrion@al.rs.gov.br - carlos.gomes@al.rs.gov.br
villaverde@al.rs.gov.br - oliboni@al.rs.gov.br
altemir.tortelli@al.rs.gov.br - ana.affonso@al.rs.gov.br
daniel.bordignon@al.rs.gov.br - edegar.pretto@al.rs.gov.br
jeferson.fernandes@al.rs.gov.br - marcos.daneluz@al.rs.gov.br
marisa.formolo@al.rs.gov.br - miriam.marroni@al.rs.gov.br
nelsinho.metalurgico@al.rs.gov.br - raul.pont@al.rs.gov.br
stela.farias@al.rs.gov.br - valdeci.oliveira@al.rs.gov.br
aloisio.classmann@al.rs.gov.br - jose.sperotto@al.rs.gov.br
jurandir.maciel@al.rs.gov.br - marcelo.moraes@al.rs.gov.br
ronaldo.santini@al.rs.gov.br - ajbrito@al.rs.gov.br
ernani.polo@al.rs.gov.br - frederico.antunes@al.rs.gov.br
joao.fischer@al.rs.gov.br - mano.changes@al.rs.gov.br
pedro.westphalen@al.rs.gov.br - silvana.covatti@al.rs.gov.br
cassia.carpes@al.rs.gov.br - alexandre.postal@al.rs.gov.br
alvaro.boessio@al.rs.gov.br - edson.brum@al.rs.gov.br
gilberto.capoani@al.rs.gov.br - giovani.feltes@al.rs.gov.br
marcio.biolchi@al.rs.gov.br - maria.sartori@al.rs.gov.br
nelson.harter@al.rs.gov.br - paulo.odone@al.rs.gov.br
paulo.borges@al.rs.gov.br - adilson.troca@al.rs.gov.br
elisabete.felice@al.rs.gov.br - pozzobom@al.rs.gov.br
lucas.redecker@al.rs.gov.br - pedro.pereira@al.rs.gov.br
zila.breitenbach@al.rs.gov.br

Não transforme suas comemorações de Natal em uma explosão

Nível de estresse em dezembro aumenta 75% em relação a outros meses

Rio Grande do Sul  - Como sobreviver ao final de ano sem ter o corpo castigado pelo turbilhão de emoções que teimam em nos assombrar em dezembro e enfrentar todas as tarefas com maestria sem se deixar atacar pelo estresse e ainda seguir atendendo a todas atividades participando dessa corrida frenética para dar conta dos compromissos familiares e das agendas sociais e mais os prazos do trabalho tirando um tempo para esboçar resoluções para o próximo ano driblando a ansiedade e a expectativa diante do novo ano que se descortina?

Ufa! Você deve ter cansado ao ler esse texto até aqui. Sem pausas ou uma parada sequer. Geralmente agimos assim também a cada dezembro. Sem um momento de reflexão, deixamos que a soma de todo esse atropelo, encaixotado em apenas um mês, acabe fazendo com que nos transformemos em alvo fácil de alterações de humor, sono, trato intestinal e cardíaco.

A resposta para desacelerar não é simples, tampouco cabe em uma linha. A magia para evitar o estresse natalino depende unicamente de um componente: ser realista e aceitar que não poderemos cumprir tudo o que desejamos. Quem afirma é a médica Ana Maria Rossi, presidente da ISMA-BR (International Stress Management Association), diretora da Clínica de Stress e Biofeedback, em Porto Alegre, e precursora das técnicas de autocontrole e biofeedback no Brasil.

“Não adianta acreditar que poderemos cumprir tudo o que deixamos de fazer durante o ano em apenas quatro semanas. O ideal é elaborar uma lista e apontar quais são os itens mais urgentes. É preciso se permitir, saber dizer não e então realizar o que for possível, sempre priorizando o seu estilo de vida”, diz a especialista.

O nível de estresse em dezembro aumenta, em média, 75% em relação aos outros períodos, segundo um estudo realizado pela ISMA-BR. As alterações no corpo começam a ser percebidas já na segunda metade de novembro e as causas principais estão relacionadas ao trabalho, com as exigências do mercado.

“São relatórios para finalizar, projeções para o ano seguinte, maior volume de pessoas circulando e comprando, cumprimento de metas, retomada de relações familiares estremecidas, organização de festas. Tudo isso acaba gerando mais incomodação, menos tempo para a vida pessoal, além de ser uma época em que os gaúchos geralmente emendam Natal e ano-novo com férias e correm contra o tempo”, detalha Ana.

Fonte: Diário de Canoas

Ser diferente nunca foi problema na vida da professora Maria

Dois-irmonense nasceu com uma má-formação congênita e encontra no colégio mais motivos para mostrar o quanto é feliz

Novo Hamburgo  - Finalizo a série Superação, apresentando Maria Wendling Brischke, 49 anos, moradora da cidade de Dois Irmãos, casada há onze anos e realizada profissionalmente como professora de Português e Alemão na Escola Municipal de Ensino Fundamental Professor Arno Nienow. É justamente no colégio que Maria encontra mais motivos para mostrar o quanto é feliz. “Eu amo o meu trabalho e o que faço”, confessa. São mais de 18 anos no magistério, lidando e ajudando na formação de muitas crianças e adolescentes. “Eles também me ensinam. É uma troca muito gostosa”.


A dois-irmonense nasceu com uma má-formação congênita, que nunca fez com que ela se sentisse diferente. “Não sei como é a vida ‘normal’. Não sei como é a vida diferente desta que tenho, pois nasci assim. Nunca tive dificuldades e isso foi uma bênção, pois sempre tive o apoio da minha família e de todos que me rodeiam”.

A paixão pelo magistério foi impulsionada pelo tio e a prima, que também eram professores. Mesmo com a deficiência nos braços e na perna direita, o sorriso continuou imperando e abrindo muitas portas no caminho de Maria. “Em todas as classes que chego conto a minha história e explico detalhadamente o que aconteceu comigo. Nunca senti uma reação adversa com relação à minha deficiência, muito pelo contrário”. Na sala de aula os alunos do 9o ano são parceiros, os filhos que ela considera e ama incondicionalmente. “A colaboração deles é fantástica. Não tem como me sentir diferente aqui”, conclui.

“Sou muito feliz trabalhando”
O empenho pela vocação fez com que Maria recebesse bolsas de cursos do magistério na Alemanha. “Inclusive voltei no domingo passado de lá. Fui cinco vezes para a Alemanha. Foi uma realização enorme poder receber as bolsas e aprender muitas coisas novas”, comenta orgulhosa. “Assim posso repassar meus conhecimentos para os meus alunos”, conclui. Do amor por ensinar, vem a adoração por dançar. Maria não dispensa os finais de semana com a família e com o marido, Erno Brischke. “Sou bem festeira. Ele também é. É o nosso jeito. Gosto de sair, dançar ou então ficar em casa com toda a família reunida. Eles são o meu porto seguro e sempre me apoiam nas minhas decisões.”

Vocação dentro da sala de aula
A identificação de Maria é pelo sorriso. Ela está sempre de bem com a vida e o mundo. Durante a entrevista, realizada na última quintafeira, Maria sorri delicadamente e diz que está muito feliz. Os vinte alunos do 9o ano, típicos adolescente, da sala que a professora dá aula de Alemão e Português, estão inquietos. Todos querem ir para suas casas, afinal, o sinal já tocou. Pronto. Liberado. A correria é geral, mas alguns estudantes ficam de prontidão para ajudar a professora, que está conversando. “Se quer saber. Ela é uma ótima professora, uma das melhores”, comenta uma das alunas, que volta à sala para pegar algo que esqueceu.

A professora escuta. Para. Olha para a repórter e o fotógrafo e diz, após questionada sobre o manifesto da jovem. “É gratificante poder escutar palavras como estas. Não tenho como agradecer, só mesmo fazendo o que mais amo, que é ensinar”. Depois da entrevista, a professora recolhe com precisão suas duas agendas, a bolsa e a chave da sala. A ajuda é dispensada. Ao caminhar pelos corredores, o sorriso continua e mais uma vez ela agradece. Os dois “normais”, repórter e fotógrafo, deixam o colégio sorrindo. Tínhamos recebido naquela tarde a maior lição de um mestre, de que a vida é perfeita demais para se preocupar com pequenos problemas.

Fonte: Diário de Canoas

Propostas de mobilização aprovadas pelo Conselho Geral

Reunido na quinta-feira 5, o Conselho Geral do CPERS/Sindicato aprovou um calendário de mobilização para o final do ano e início de 2014. No próximo dia 10, a categoria acompanhará, na Assembleia Legislativa, a reunião de Líderes, a partir das 10h30min.

Já no dia 17, será realizada uma atividade estadual em conjunto com o Fórum dos Servidores Públicos Estaduais (FSPE) pela retirada dos projetos que atacam os direitos dos Servidores, entre eles o 365/2013, que altera o pagamento das Requisições de Pequeno Valor (RPVs).

Um acampamento na Praça da Matriz será realizado nos dias 17, 18 e 19. O objetivo é pressionar o governo do Estado e os deputados estaduais em relação aos projetos em tramitação que atacam os direitos dos servidores.
Paralelo às atividades de rua, a categoria deve enviar e-mails aos deputados estaduais para que não aprovem os projetos que atacam direitos.

Continuidade do debate do projeto educacional:
- Manter o calendário previsto para dezembro/2013.
- Elaboração da 3ª edição da revista "Consciência Crítica" para subsidiar as reuniões pedagógicas em fevereiro.
- Campanha durante as férias para preparar a mobilização na volta às aulas.

- Conselho Geral Ampliado, em 14/02/2014, para preparar a luta de 2014.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato

Marcha dos Sem reúne movimentos sociais. CPERS marca presença


As ruas de Porto Alegre receberam na tarde desta sexta-feira 6 a 18ª edição da Marcha do Sem, tradicional manifestação dos movimentos sociais do Rio Grande do Sul. Depois de concentrarem-se no viaduto da avenida Conceição o grupo se deslocou até a Esquina Democrática, no centro da capital gaúcha.

Entre as reivindicações estão a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, o fim do fator previdenciário, 10% do PIB para a educação já, valorização dos aposentados, imediato cumprimento da lei do piso para professores e funcionários da rede estadual de ensino e não a alteração no pagamento das requisições de pequeno valor (RPVs).
João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
Fotos: João dos Santos e Silva (E) eDaniela Peretti (
D)


Brasil investe metade do recomendado pela OCDE para o ensino básico

O Brasil deve aumentar os investimentos na educação básica para melhorar também o ensino, analisa o diretor de Educação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Andreas Schleicher. Dados coletados pelo Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) de 2012 mostram que o País investe em média US$ 26.765 por estudante entre 6 e 15 anos. Um terço da média dos demais países da OCDE, US$ 83.382. E pouco mais da metade do que o OCDE considera como investimento mínimo por aluno, US$ 50 mil. Representantes do governo reconhecem que é preciso fazer mais e em ritmo acelerado.


"Quando se investe US$ 50 mil por aluno, o dinheiro não importa mais, deixa de ser uma questão limitante para o desempenho do estudante", diz o diretor da OCDE. Segundo o relatório do Pisa divulgado na última semana, o Brasil ocupa o 58º lugar em matemática, o 55º lugar em leitura e o 59º em ciências em um ranking de 65 países. A prova é aplicada a cada três anos pela organização e avalia o conhecimento de estudantes de 15 anos. A cada ano, o relatório tem uma área como foco. Em 2012, o destaque foi para matemática.

Schleicher diz que o investimento deve aumentar, mas atribui a nota do Brasil também à falta de equidade na distribuição dos recursos. Caso todas as escolas tivessem as mesmas condições de aprendizagem e todos os estudantes cursassem a série adequada para a idade (como 15 anos na 1ª série do ensino médio), o Brasil poderia chegar aos 460 pontos na avaliação, com o mesmo investimento atual. A pontuação atual é 391.​

O relatório trouxe um alerta em relação à aprendizagem, a nota média do País o coloca no nível 1, em um total de seis níveis. O sexto nível é a proficiência. Estar no nível 1 significa que os alunos conseguem fazer apenas operações básicas. Para Schleicher, é necessária uma maior ênfase nas escolas que enfrentam dificuldades. "No Brasil, os melhores professores estão nas melhores escolas. Em países como a China é o oposto, se você é um bom professor você deve ajudar a melhorar o desempenho das escolas desfavorecidas", diz. Ele também citou a desvalorização dos docentes no País, o que torna a carreira menos atrativa a bons estudantes. O piso para a jornada de 40 horas é R$ 1.567.

Fonte: Portal Terra (com adaptações)

Conselho Geral presta homenagem a Nelson Mandela

Com uma salva de palmas, o Conselho Geral do Cpers/Sindicato prestou homenagem ao líder sul-africano Nelson Mandela, que faleceu na quinta-feira 5, em sua residência, na cidade de Johannesburgo, África do Sul.
Fonte: Site CPERS

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

NOTA DE REPÚDIO


A CUT PODE MAIS, campo político interno da Central Única dos Trabalhadores, que aglutina diversos grupos políticos organizados, além de dirigentes sindicais independentes, vem através deste documento expressar o seu repúdio frente ao convite da Direção da CUT dirigido a Delúbio Soares, ex-dirigente sindical condenado no processo conhecido como “Mensalão”, para que o mesmo desempenhe funções políticas e remuneradas nesta central sindical.

Esta é apenas mais uma expressão da política equivocada que o campo político majoritário na CUT, liderado pela Articulação Sindical, vem implementando. Não suficiente o absurdo de tal decisão, impressiona ainda mais a intenção de delegar a tarefa de organização sindical e a responsabilidade de elaboração de projetos para captação de recursos ao contratado, ou seja, delegar a este o planejamento e execução de políticas estratégicas da ação sindical da central.

Delúbio Soares representa tudo aquilo que repudiamos, enquanto dirigentes cutistas e lutadores sociais, a falta de ética no exercício de funções. Representa todo o processo de degeneração que vem invadindo as ferramentas de luta construídas pelos trabalhadores, caracterizado por negociatas, jogos de interesses partidários e cooptação para garantir a governabilidade de governos que se renderam ao capital, tudo isto em nome de interesses que não são os dos trabalhadores. Isto vem manchando a história desta central e não podemos calar frente a contratação de Delúbio, que se converte em mais um ato de desvio ético e esvaziamento ideológico da CUT.

Vivemos tempos complexos que exigem do movimento sindical um constante exercício de aprofundamento e revisão sobre o seu papel. É preciso lutar sistematicamente contra os valores e práticas que, a serviço do capital, invadem e degradam a essência das organizações sindicais, outrora críticas destas mesmas ações políticas, impedindo o avanço da luta pela transformação da sociedade.

Uma das causas principais disto, que vem sendo denunciada pela CUT PODE MAIS, repetidas vezes, em todas as instâncias de debates e de definição de políticas na CUT, deriva da interferência de partidos e governos nas políticas desta central rompendo com o princípio de autonomia e independência do movimento sindical. 
Além disto, a corrente majoritária, a Articulação Sindical, em conjunto com seus aliados políticos, vem tentando implementar na CUT uma política de conciliação de classes e de acomodação contra a qual expressamos a nossa profunda discordância, seja do ponto de vista do método, quanto de concepção.

A CUT PODE MAIS seguirá lutando no sentindo de garantir o resgate das bandeiras históricas dos(as) trabalhadores(as), a luta contra a exploração, no combate a desigualdade sócio-econômica, contra todas as formas de opressão, pela garantia e ampliação dos direitos e, principalmente, para que a CUT, de forma autônoma e independente de partidos e governos, cumpra com seu verdadeiro papel político ideológico na defesa dos interesses da classe trabalhadora. 

Porto Alegre, 05 de dezembro de 2013.

Membros da Direção Estadual da CUT/RS pela CUT PODE MAIS
Rejane de Oliveira, Alberto Ledur, Paulo de Farias, Francisco Magalhães, Claudio Augustin, Marco Leal, Daniela Peretti, Elton Lima, Marizar Mansilha, Tatiane Rodrigues, Cristina Feio de Lemos e Afonso Martins

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013